quarta-feira, 25 de agosto de 2010
**ELA IMPLORA**
21:07 | Postado por
Desejos Íntimos |
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E sozinha comenta atenta...
Em seu juízo perfeito...
Implora ao rapaz...
Que inventa histórias...
Não minta...
Ele escorregadio...
Com palavras de ternura...
Lhe conta histórias...
De tocar o coração...
Mas ela ainda implora...
Por favor não minta...
E sozinha chora...
Lamenta faz de conta...
Que entendeu as mentiras...
Que ele conta...
Em seu juízo perfeito...
Implora ao rapaz...
Que inventa histórias...
Não minta...
Ele escorregadio...
Com palavras de ternura...
Lhe conta histórias...
De tocar o coração...
Mas ela ainda implora...
Por favor não minta...
E sozinha chora...
Lamenta faz de conta...
Que entendeu as mentiras...
Que ele conta...
Menosprezando o sentir dela...
Ele dela se distância...
Sem lhe justificar o motivo...
Ela singela e humilde...
Se enfeita perfuma os cabelos...
Por amar finge nas histórias...
Dele acreditar...
E ele jura nunca mais ser ausente...
Ele mente... Estar mais presente...
E ela se ilude e o rapaz vai embora...
E ela ainda implora...
Ele dela se distância...
Sem lhe justificar o motivo...
Ela singela e humilde...
Se enfeita perfuma os cabelos...
Por amar finge nas histórias...
Dele acreditar...
E ele jura nunca mais ser ausente...
Ele mente... Estar mais presente...
E ela se ilude e o rapaz vai embora...
E ela ainda implora...
Por :: Vania Staggemeier
Os inimigos da libido
19:32 | Postado por
Desejos Íntimos |
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Estresse, rotina, brigas bobocas, namoro que vira amizade... Esses fatores infernizam a vida sexual de multidões de casais. Extermine agora esses bichos ruins!
Por: Regina Terraz
Foto: Caco Galhardo
A tradutora Camila Sotta Elias, 29 anos, passou um ano sem transar com o namorado. Durante esse tempo, sofreu horrores com um dilema complicado: devia insistir na relação de cinco anos ou terminar tudo? O casal sempre foi muito amigo. As afinidades eram tantas que foi difícil descobrir se ainda havia amor – ou se tinha virado só amizade. A tradutora só sentiu que o namoro não tinha mais salvação quando, além de não rolar mais nada na cama, o casal passou a não ter mais prazer em fazer programas a dois. “Não saíamos mais juntos. Nos fins de semana, ele fazia esportes de manhã, e eu dormia até tarde. Quando eu queria sair, ele dizia que estava cansado.”
A história de Camila é um clássico do fim de muitos relacionamentos. A falta de prazer começa nos lençóis e se estende para o cotidiano. “Não sentir desejo sexual significa o fim da relação quando vem acompanhado da falta de interesse, de papo, de curiosidade e de benquerer pelo outro”, afirma o psicanalista Francisco Daudt.
Discernir se a libido abaixo de zero é apenas um problema passageiro e tem solução – ou se é sinal de que o namoro acabou – não é tarefa fácil. E é por isso que cada vez mais mulheres lotam os consultórios em busca de respostas.
A falta de desejo é a queixa número um de quem vive relações longas e estáveis, afirmam os sexólogos. Pesquisa feita pelo Projeto de Sexualidade (Prosex) do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas de São Paulo com 1.219 mulheres brasileiras em 2004 constatou que 26,7% delas sofriam de falta de desejo.
Crise passageira
A história de Camila é um clássico do fim de muitos relacionamentos. A falta de prazer começa nos lençóis e se estende para o cotidiano. “Não sentir desejo sexual significa o fim da relação quando vem acompanhado da falta de interesse, de papo, de curiosidade e de benquerer pelo outro”, afirma o psicanalista Francisco Daudt.
Discernir se a libido abaixo de zero é apenas um problema passageiro e tem solução – ou se é sinal de que o namoro acabou – não é tarefa fácil. E é por isso que cada vez mais mulheres lotam os consultórios em busca de respostas.
A falta de desejo é a queixa número um de quem vive relações longas e estáveis, afirmam os sexólogos. Pesquisa feita pelo Projeto de Sexualidade (Prosex) do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas de São Paulo com 1.219 mulheres brasileiras em 2004 constatou que 26,7% delas sofriam de falta de desejo.
Crise passageira
Mas escassez de sexo nem sempre quer dizer que o amor acabou. “Todo casal passa por fases: mais carnais, mais ternas ou mais amigas”, explica a terapeuta de casais Carmen Cerqueira Cesar.
A produtora de cinema Luiza de Oliveira, 27 anos, já sabe: quando o namorado aparece com a maldita bermuda branca, é como se levantasse uma placa com os dizeres: Mantenha-se longe! “É a bermuda de assistir futebol e significa: Nada de sexo por hoje”, diz ela. Juntos há seis anos, Luiza enfrentou crises que afetaram a vontade de partir para o rala-e-rola. Já ficaram mais de um mês sem transar. “Houve um período em que ele teve problemas com grana e não estava com cabeça para sexo.” Em outras ocasiões, brigas não resolvidas – e que duraram dias – minaram o desejo.
No início da relação, Luiza ficava angustiada quando ela queria transar e o namorado, não. Com o tempo, aprendeu a não dar tanta importância aos períodos de baixa. “Espero passar!” A experiência também lhe ensinou a não deixar que uma briga vire mágoa. “Não adianta dizer que está tudo bem se não está. É melhor conversar e resolver a questão de uma vez, ou o clima fica broxante.”
S.O.S. sexo já
A galeria de situações que funcionam como exterminadores da libido pode contar com fatores biológicos como desequilíbrio hormonal, ejaculação precoce, disfunção erétil ou uso de remédios. Mas, na maioria das vezes, o tesão sai de cena por motivos comportamentais mesmo. Alguns deles:
>> Estresse, falta de tempo
Na década de 70, amor e sexo eram bandeiras de uma geração. Hoje, a história é outra: investir na carreira é, no geral, prioridade absoluta. E quem corre o dia todo e tem mil preocupações chega em casa exausta. Aí, realmente, a disposição para transar vai para as cucuias.
Me dá uma luz???
Especialistas afirmam: o gatilho do desejo feminino é diferente do masculino. Enquanto os homens se excitam visualmente ou só de pensar em sexo, para a mulherada fica mais fácil se houver uma mãozinha providencial dos cinco sentidos: audição, tato, visão, olfato e paladar. E para aguçar essa turma toda, é necessário tempo e investimento. Ou seja: carinhos, beijinhos, abraçinhos sem ter fim ajudam. Diversão a dois também pode fazer maravilhas pelo tesão feminino. “O ócio é amigo da sexualidade”, crava a ginecologista e terapeuta sexual Jaqueline Brendler.
>> Relaxamento pós-conquista
Na fase da conquista, você faz estripulias para impressioná-lo: se arruma toda, engata papos legais etc. Um equívoco gravíssimo é relaxar no investimento por achar que já o fisgou e não corre mais o risco de perdê-lo. E outro erro é o extremo oposto: anular-se, perder a identidade.
Me dá uma luz???
Manter-se interessante para continuar sendo desejada e admirada é a dica, oras. Cuidar da massa cinzenta e do corpo. Estar sempre antenada, aprender coisas novas e ter vida e gostos próprios são bons não só para você, mas também para a relação. Em resumo: a vida amorosa – assim como a vida em geral – é uma bicicleta: não se pode parar de pedalar.
>> Amiguinho é o caramba
Companheirismo é fundamental. Mas a convivência que beira a fraternidade, não. Parceiro irmãozinho é um extintor de tesão.
Me dá uma luz???
Trate o erotismo como... erotismo. Na vida real, isso quer dizer bobagens como trocar o moletom por uma camisola bacana, mostrar que está a fim, soltar a franga com fantasias sexuais. “Se a gente não separar sexo de amor, o erotismo tende a fenecer”, constata a psicóloga e sexóloga Ana Canosa.
>> Travas culturais
Sexólogos acreditam que algumas mulheres, por questões culturais e de educação, têm pouca familiaridade com o erotismo por terem uma visão negativa da sexualidade... Deve ser verdade, porque poucas coisas nascem com tantas travas como o comportamento sexual.
Me dá uma luz???
A produtora de cinema Luiza de Oliveira, 27 anos, já sabe: quando o namorado aparece com a maldita bermuda branca, é como se levantasse uma placa com os dizeres: Mantenha-se longe! “É a bermuda de assistir futebol e significa: Nada de sexo por hoje”, diz ela. Juntos há seis anos, Luiza enfrentou crises que afetaram a vontade de partir para o rala-e-rola. Já ficaram mais de um mês sem transar. “Houve um período em que ele teve problemas com grana e não estava com cabeça para sexo.” Em outras ocasiões, brigas não resolvidas – e que duraram dias – minaram o desejo.
No início da relação, Luiza ficava angustiada quando ela queria transar e o namorado, não. Com o tempo, aprendeu a não dar tanta importância aos períodos de baixa. “Espero passar!” A experiência também lhe ensinou a não deixar que uma briga vire mágoa. “Não adianta dizer que está tudo bem se não está. É melhor conversar e resolver a questão de uma vez, ou o clima fica broxante.”
S.O.S. sexo já
A galeria de situações que funcionam como exterminadores da libido pode contar com fatores biológicos como desequilíbrio hormonal, ejaculação precoce, disfunção erétil ou uso de remédios. Mas, na maioria das vezes, o tesão sai de cena por motivos comportamentais mesmo. Alguns deles:
>> Estresse, falta de tempo
Na década de 70, amor e sexo eram bandeiras de uma geração. Hoje, a história é outra: investir na carreira é, no geral, prioridade absoluta. E quem corre o dia todo e tem mil preocupações chega em casa exausta. Aí, realmente, a disposição para transar vai para as cucuias.
Me dá uma luz???
Especialistas afirmam: o gatilho do desejo feminino é diferente do masculino. Enquanto os homens se excitam visualmente ou só de pensar em sexo, para a mulherada fica mais fácil se houver uma mãozinha providencial dos cinco sentidos: audição, tato, visão, olfato e paladar. E para aguçar essa turma toda, é necessário tempo e investimento. Ou seja: carinhos, beijinhos, abraçinhos sem ter fim ajudam. Diversão a dois também pode fazer maravilhas pelo tesão feminino. “O ócio é amigo da sexualidade”, crava a ginecologista e terapeuta sexual Jaqueline Brendler.
>> Relaxamento pós-conquista
Na fase da conquista, você faz estripulias para impressioná-lo: se arruma toda, engata papos legais etc. Um equívoco gravíssimo é relaxar no investimento por achar que já o fisgou e não corre mais o risco de perdê-lo. E outro erro é o extremo oposto: anular-se, perder a identidade.
Me dá uma luz???
Manter-se interessante para continuar sendo desejada e admirada é a dica, oras. Cuidar da massa cinzenta e do corpo. Estar sempre antenada, aprender coisas novas e ter vida e gostos próprios são bons não só para você, mas também para a relação. Em resumo: a vida amorosa – assim como a vida em geral – é uma bicicleta: não se pode parar de pedalar.
>> Amiguinho é o caramba
Companheirismo é fundamental. Mas a convivência que beira a fraternidade, não. Parceiro irmãozinho é um extintor de tesão.
Me dá uma luz???
Trate o erotismo como... erotismo. Na vida real, isso quer dizer bobagens como trocar o moletom por uma camisola bacana, mostrar que está a fim, soltar a franga com fantasias sexuais. “Se a gente não separar sexo de amor, o erotismo tende a fenecer”, constata a psicóloga e sexóloga Ana Canosa.
>> Travas culturais
Sexólogos acreditam que algumas mulheres, por questões culturais e de educação, têm pouca familiaridade com o erotismo por terem uma visão negativa da sexualidade... Deve ser verdade, porque poucas coisas nascem com tantas travas como o comportamento sexual.
Me dá uma luz???
Faça o seguinte ó: descubra o que é afrodisíaco para você. Vale fazer um intensivão, como ler contos eróticos, espiar cenas de sexo na TV.
>> Brigas, cobranças
Estimular bate-bocas ou fazer acusações esfriam a libido até dos sexomaníacos.
Me dá uma luz?? Baixe a bola. Saber escutar e não querer impor vontades é regra de ouro. Deixar o clima mais afetuoso, é quase um santo milagreiro: as demonstrações de amor aparecem.
>> Ruinzinha & traumática
A regra é clara: transas ruins minam o desejo. Ninguém quer repetir o que não foi legal.
Me dá uma luz???
Foi chato? Pois deixe a vergonha de lado e mostre a ele o que lhe dá prazer. Com jeitinho, claro, para não deixar o moçoilo ansioso.
Transar e coçar é só começar
No comportamento sexual feminino, a ordem dos fatores altera o produto. E muito, viu? Até pouco tempo, acreditava-se que tanto homens quanto mulheres seguiam o seguinte roteiro: primeiro sentiam desejo, depois se excitavam e, por fim, gozavam. Mas, em 2001, a médica canadense Rosemary Basson concluiu que algumas mulheres só ficam com desejo quando a pegação começa de fato. Ou seja, precisam começar a coisa toda e, só aí, pegam no tranco. GLOSS defende Prêmio Nobel para a doutora Rosemary...
Para ler
Sexo no Cativeiro
Autor: Esther Perel
Editora: Objetiva
>> Brigas, cobranças
Estimular bate-bocas ou fazer acusações esfriam a libido até dos sexomaníacos.
Me dá uma luz?? Baixe a bola. Saber escutar e não querer impor vontades é regra de ouro. Deixar o clima mais afetuoso, é quase um santo milagreiro: as demonstrações de amor aparecem.
>> Ruinzinha & traumática
A regra é clara: transas ruins minam o desejo. Ninguém quer repetir o que não foi legal.
Me dá uma luz???
Foi chato? Pois deixe a vergonha de lado e mostre a ele o que lhe dá prazer. Com jeitinho, claro, para não deixar o moçoilo ansioso.
Transar e coçar é só começar
No comportamento sexual feminino, a ordem dos fatores altera o produto. E muito, viu? Até pouco tempo, acreditava-se que tanto homens quanto mulheres seguiam o seguinte roteiro: primeiro sentiam desejo, depois se excitavam e, por fim, gozavam. Mas, em 2001, a médica canadense Rosemary Basson concluiu que algumas mulheres só ficam com desejo quando a pegação começa de fato. Ou seja, precisam começar a coisa toda e, só aí, pegam no tranco. GLOSS defende Prêmio Nobel para a doutora Rosemary...
Para ler
Sexo no Cativeiro
Autor: Esther Perel
Editora: Objetiva
Fonte :: GLOSS
terça-feira, 24 de agosto de 2010
O dilema do sexo oral
20:21 | Postado por
Desejos Íntimos |
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Pesquisas mostram: as brasileiras adoram receber essa generosíssima forma de interação sexual. Mesmo assim, são cheias de encanações sobre o assunto
Por: Regina Terraz
Foto: Chiquinha!
É curioso que se chame de sexo oral justamente a prática sexual em que menos se pode falar!!”, espantou-se o sempre sábio humorista Woody Allen. A frase vale por um compilado sobre o assunto, não só pela incrível observação anatômica, mas também pelo tabu que ronda a coisa toda.
De acordo com o Estudo da Vida Sexual do Brasileiro, megalevantamento coordenado pela psiquiatra Carmita Abdo, 66,8% dos homens e 63,4% das mulheres de nossa animada nação verde-amarela declaram que, sim, exercem essa generosa forma de interação sexual. Mas qualquer sexólogo é capaz de cravar: ainda há muuuitas reservas sobre o tema, principalmente quando é a mulher quem recebe os carinhos íntimos. “Nas gerações mais novas, o sexo oral tem cada vez menos caráter de coisa pervertida. Mesmo assim, ainda não estamos totalmente livres desse tabu”, afirma Carmita Abdo.
A estudante de rádio e TV Gabrielle Santos de Almeida, 19 anos, por exemplo, é uma espécie de E.T. entre suas amigas. Pratica e fala de sexo oral alegremente, sem culpa & sem pudores. “Sou considerada a sexóloga da turma porque incentivo minhas amigas a saberem mais sobre o corpo delas para terem mais prazer”, diz. As amigas de Gabrielle costumam comentar que, com seus namorados, nem sempre a coisa rola de forma natural. “Às vezes elas se sentem constrangidas em deixar que eles façam sexo oral nelas ou em tomar a iniciativa para fazer nos parceiros”, diz a estudante.
Constrangimento?!? Como assim? Segundo Mara Pusch, psicoterapeuta sexual da Unifesp, muitas mulheres ainda consideram o próprio órgão sexual como algo sujo, feio, meio estranho – um tipo de território proibido. E por isso têm vergonha de deixar que o homem invada essa espécie de ilha de Lost dos prazeres do corpo.
Essa percepção equivocada da vagina pode gerar uma série de preocupações. Entre elas: a de que, na hora do sexo, o parceiro possa não gostar do formato da vulva, se incomode com o cheiro ou até que considere vulgar uma moçoila disposta a se entregar sem culpa a essa ótima forma de prazer. Há quem encane também com o quesito velocidade. Em geral, as mulheres demoram a se excitar. Por isso, algumas têm pudor de que o parceiro precise dedicar um bom tempo ao sexo oral.
Fazer sexo oral não é errado
Mas o rol de neuras que rondam o tema ainda vai mais longe. Algumas mulheres ainda consideram que sexo oral é um contato físico... errado. “Tem gente que acha que sexo é só o pênis dentro da vagina e ponto, acabou. O resto é sacanagem. Mas a relação sexual é muito mais do que isso, é troca, é entrega. E o sexo oral faz parte disso e não tem nada de inadequado”, esclarece a sexóloga Carla Cecarello.
Na opinião da psicóloga e terapeuta sexual Ana Canosa, a mulher problematiza muito mais o sexo do que o homem. E isso causa bloqueios que só atrapalham a dinâmica da relação. “Os homens não estão nem aí para o tamanho dos lábios vaginais, do clitóris. Eles querem ver, pegar, cheirar. O aspecto visual os excita”, avisa.
Do ponto de vista da anatomia humana & seus mistérios, o fato é que o sexo oral é um grande facilitador do orgasmo tanto para mulheres como para homens, garantem os sexólogos. No caso feminino, isso ocorre porque a língua estimula diretamente a região mais sensível do corpo da mulher: o clitóris, que sozinho contém cerca de 8 mil terminações nervosas. É mais do que qualquer outra parte do corpo humano. Assim como o pênis, o clitóris se enche de sangue e endurece ao ser estimulado. E quando isso é feito até o limite, as paredes vaginais se contraem para expulsar parte do sangue. E é nessa hora que o orgasmo acontece. A ponta do clitóris fica na parte exterior da vagina, mas ele continua na porção interna do órgão. “Cerca de 70% das mulheres atingem o orgasmo por meio da estimulação direta da cabeça do clitóris e 30%, via estimulação indireta, pela penetração do pênis”, diz Carla Cecarello.
Há uma grande diferença entre o odor natural que o corpo exala na hora do sexo –
e que, inclusive, é afrodisíaco – e o cheiro que a vagina pode manifestar por causa de urina ou infecções na região. E pequenos cuidados bastam para eliminar o odor desagradável, como lavar bem a área, usar sabonetes neutros ou de glicerina (eles são Sexo oralmais suaves e ajudam a manter a acidez da vagina). Também vale dormir sem calcinha para que a região fique arejada, porque o abafamento contribui para a proliferação de bactérias. Ou preferir modelos de algodão, que favorecem a ventilação.
Se quiser perfumar a área, passe hidratante ou um pouco de perfume na virilha, barriga e bumbum, mas nunca dentro da vulva, porque isso pode irritar a mucosa! As farmácias também oferecem produtos específicos para a vagina, como desodorantes e perfumes íntimos com cheiros de frutas. Mas, se optar por esses recursos, convém avisar o parceiro antes para que ele não seja pego de surpresa...
Proteja-se
Assim como na penetração, pelo sexo oral também se pode pegar ou passar doenças sexualmente transmissíveis, como herpes, gonorreia, sífilis, HPV e aids. Portanto, é bom se proteger. Uma boa tática é cortar uma camisinha e esticar o látex sobre a vagina antes de tudo começar. Sexólogos também indicam o uso de filme plástico (aquele de cozinha, sabe?), camisinha feminina ou até camisinha de língua. Sim, ela existe e custa em torno de R$ 20 em sex shops. Em caso de relação estável, vale aquele acordo com o parceiro: os dois fazem exames para checar se está tudo bem.
As principais dúvidas
Uma compilação das principais dúvidas sobre sexo oral, de acordo com sexólogos:
E se ele quiser me beijar depois de fazer sexo oral em mim?
Não há nenhum problema com isso. Mas, se você não gostar, avise antes. Ou diga, com jeitinho, durante a relação.
Eu adoro sexo oral, mas meu parceiro nunca se manifestou. Como pedir a ele?
Comece a explorar o assunto fora da cama. Jogue verde para colher maduro, fale do tema como quem não quer nada para sondar como ele reage. Ou simplesmente vá direto ao ponto: durante o rala-e-rola, conduza-o carinhosamente até a área de interesse…
E se ele for muito apressado, como agir?
As mulheres demoram mais para se excitar que os homens. Por isso, se o parceiro embarcar sem escalas no sexo oral, o efeito pode ser contrário: o contato com o clitóris, em vez de esquentar, pode esfriar o clima. É importante estar minimamente excitada para que a expedição oral seja prazerosa. Uma dica: distrair o parceiro com beijos e amassos até estar pronta.
De acordo com o Estudo da Vida Sexual do Brasileiro, megalevantamento coordenado pela psiquiatra Carmita Abdo, 66,8% dos homens e 63,4% das mulheres de nossa animada nação verde-amarela declaram que, sim, exercem essa generosa forma de interação sexual. Mas qualquer sexólogo é capaz de cravar: ainda há muuuitas reservas sobre o tema, principalmente quando é a mulher quem recebe os carinhos íntimos. “Nas gerações mais novas, o sexo oral tem cada vez menos caráter de coisa pervertida. Mesmo assim, ainda não estamos totalmente livres desse tabu”, afirma Carmita Abdo.
A estudante de rádio e TV Gabrielle Santos de Almeida, 19 anos, por exemplo, é uma espécie de E.T. entre suas amigas. Pratica e fala de sexo oral alegremente, sem culpa & sem pudores. “Sou considerada a sexóloga da turma porque incentivo minhas amigas a saberem mais sobre o corpo delas para terem mais prazer”, diz. As amigas de Gabrielle costumam comentar que, com seus namorados, nem sempre a coisa rola de forma natural. “Às vezes elas se sentem constrangidas em deixar que eles façam sexo oral nelas ou em tomar a iniciativa para fazer nos parceiros”, diz a estudante.
Constrangimento?!? Como assim? Segundo Mara Pusch, psicoterapeuta sexual da Unifesp, muitas mulheres ainda consideram o próprio órgão sexual como algo sujo, feio, meio estranho – um tipo de território proibido. E por isso têm vergonha de deixar que o homem invada essa espécie de ilha de Lost dos prazeres do corpo.
Essa percepção equivocada da vagina pode gerar uma série de preocupações. Entre elas: a de que, na hora do sexo, o parceiro possa não gostar do formato da vulva, se incomode com o cheiro ou até que considere vulgar uma moçoila disposta a se entregar sem culpa a essa ótima forma de prazer. Há quem encane também com o quesito velocidade. Em geral, as mulheres demoram a se excitar. Por isso, algumas têm pudor de que o parceiro precise dedicar um bom tempo ao sexo oral.
Fazer sexo oral não é errado
Mas o rol de neuras que rondam o tema ainda vai mais longe. Algumas mulheres ainda consideram que sexo oral é um contato físico... errado. “Tem gente que acha que sexo é só o pênis dentro da vagina e ponto, acabou. O resto é sacanagem. Mas a relação sexual é muito mais do que isso, é troca, é entrega. E o sexo oral faz parte disso e não tem nada de inadequado”, esclarece a sexóloga Carla Cecarello.
Na opinião da psicóloga e terapeuta sexual Ana Canosa, a mulher problematiza muito mais o sexo do que o homem. E isso causa bloqueios que só atrapalham a dinâmica da relação. “Os homens não estão nem aí para o tamanho dos lábios vaginais, do clitóris. Eles querem ver, pegar, cheirar. O aspecto visual os excita”, avisa.
Do ponto de vista da anatomia humana & seus mistérios, o fato é que o sexo oral é um grande facilitador do orgasmo tanto para mulheres como para homens, garantem os sexólogos. No caso feminino, isso ocorre porque a língua estimula diretamente a região mais sensível do corpo da mulher: o clitóris, que sozinho contém cerca de 8 mil terminações nervosas. É mais do que qualquer outra parte do corpo humano. Assim como o pênis, o clitóris se enche de sangue e endurece ao ser estimulado. E quando isso é feito até o limite, as paredes vaginais se contraem para expulsar parte do sangue. E é nessa hora que o orgasmo acontece. A ponta do clitóris fica na parte exterior da vagina, mas ele continua na porção interna do órgão. “Cerca de 70% das mulheres atingem o orgasmo por meio da estimulação direta da cabeça do clitóris e 30%, via estimulação indireta, pela penetração do pênis”, diz Carla Cecarello.
Há uma grande diferença entre o odor natural que o corpo exala na hora do sexo –
e que, inclusive, é afrodisíaco – e o cheiro que a vagina pode manifestar por causa de urina ou infecções na região. E pequenos cuidados bastam para eliminar o odor desagradável, como lavar bem a área, usar sabonetes neutros ou de glicerina (eles são Sexo oralmais suaves e ajudam a manter a acidez da vagina). Também vale dormir sem calcinha para que a região fique arejada, porque o abafamento contribui para a proliferação de bactérias. Ou preferir modelos de algodão, que favorecem a ventilação.
Se quiser perfumar a área, passe hidratante ou um pouco de perfume na virilha, barriga e bumbum, mas nunca dentro da vulva, porque isso pode irritar a mucosa! As farmácias também oferecem produtos específicos para a vagina, como desodorantes e perfumes íntimos com cheiros de frutas. Mas, se optar por esses recursos, convém avisar o parceiro antes para que ele não seja pego de surpresa...
Proteja-se
Assim como na penetração, pelo sexo oral também se pode pegar ou passar doenças sexualmente transmissíveis, como herpes, gonorreia, sífilis, HPV e aids. Portanto, é bom se proteger. Uma boa tática é cortar uma camisinha e esticar o látex sobre a vagina antes de tudo começar. Sexólogos também indicam o uso de filme plástico (aquele de cozinha, sabe?), camisinha feminina ou até camisinha de língua. Sim, ela existe e custa em torno de R$ 20 em sex shops. Em caso de relação estável, vale aquele acordo com o parceiro: os dois fazem exames para checar se está tudo bem.
As principais dúvidas
Uma compilação das principais dúvidas sobre sexo oral, de acordo com sexólogos:
E se ele quiser me beijar depois de fazer sexo oral em mim?
Não há nenhum problema com isso. Mas, se você não gostar, avise antes. Ou diga, com jeitinho, durante a relação.
Eu adoro sexo oral, mas meu parceiro nunca se manifestou. Como pedir a ele?
Comece a explorar o assunto fora da cama. Jogue verde para colher maduro, fale do tema como quem não quer nada para sondar como ele reage. Ou simplesmente vá direto ao ponto: durante o rala-e-rola, conduza-o carinhosamente até a área de interesse…
E se ele for muito apressado, como agir?
As mulheres demoram mais para se excitar que os homens. Por isso, se o parceiro embarcar sem escalas no sexo oral, o efeito pode ser contrário: o contato com o clitóris, em vez de esquentar, pode esfriar o clima. É importante estar minimamente excitada para que a expedição oral seja prazerosa. Uma dica: distrair o parceiro com beijos e amassos até estar pronta.
Fonte :: GLOSS
Pratique o sexo tântrico
20:15 | Postado por
Desejos Íntimos |
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Por: Fabiana Faria
Foto: Alessandro Ruaro
Fonte :: GLOSS
Foto: Alessandro Ruaro
Você já deve ter ouvido falar nele, mas não tem idéia do que seja? Nós damos o caminho.
O sexo tântrico promete noites intensas de prazer por horas e horas. Mas isso é possível? Como sugerir ao namorado que ele transe com você por horas sem poder chegar ao orgasmo?
A filosofia
O tantra é uma filosofia que nasceu na Índia há milênios em oposição ao hinduísmo, que é muito rígida. O tantra instituiu o culto ao feminino, à felicidade e à arte de amar. O sexo tântrico faz parte disso tudo e a mulher é o coração do tantra, é considerada uma deusa. Para se familiarizar, Shakti é o nome que se dá a energia feminina. Shiva é a polaridade masculina, a consciência que respeita e reverencia Shakti.
O sexo tântrico
O sexo não é praticado com o objetivo final do orgasmo. O interessante é atingir um estado de consciência maior, onde não há separação entre corpo e espírito. Durante o sexo, o casal deve evocar Shakti e Shiva e perceber um ao outro como divindades.
Como o caminho do paraíso para o homem não é ejacular, ele segura a ereção e atinge um tipo de prazer chamado "orgasmo cósmico". A mulher se abre para o prazer e é capaz de ter orgasmos múltiplos enquanto acompanha seu parceiro nesse jogo de autocontrole e concentração. Dizem que atingir o nirvana é inevitável.
Você deve pensar: que coisa maluca! Mas é possível aprender com os ensinamentos do tantra e encarar o sexo tântrico como um manual de exercícios. A relação sexual vira um verdadeiro encontro do amor e não uma relação sem intimidade ou compromisso.
Preparando o ambiente e o corpo
A preparação do ambiente faz parte do ritual: incensos, flores e música dão um toque especial. A iluminação deve ser feita com velas, nunca no escuro. Tome um banho demorado e escolha a roupa pela textura. Não há preocupação nem ansiedade com o desempenho no sexo.
Se você ainda não tem intimidade com o poder da deusa Shakti, imagine essa energia feminina como uma cobra adormecida na base da coluna vertebral. Quando acordada, ela sobe até o alto da cabeça, nutrindo os chacras da coluna, unindo consciência e prazer. Deve-se praticar uma espécie de meditação a dois, um treinamento físico e espiritual para atingir a consciência suprema.
Prepare o sistema nervoso, pratique posturas, respirações, mantras e visualizações. Revigore o corpo para que seja capaz de sentir, de se emocionar e de pulsar por inteiro. Comece a transformar a relação. Só tenha olhos para o seu namorado, caminhe de mãos dadas, beije-o com ternura, troque carícias. Vocês são criaturas sagradas, e o corpo é um templo.
Como pedir ao namorado
Difícil pensar que o seu namorado topa transar com você sem gozar, né? Na verdade, o ato de ejacular e o orgasmo não estão interligados, segundo a filosofia. A sensação de gozo vem do cérebro e a ejaculação é algo físico, é a expulsão do sêmen. É possível, de acordo com a filosofia do sexo tântrico, atingir o orgasmo sem ejacular. Portanto, um dos argumentos é o prazer prolongado e a intimidade que vocês dois podem adquirir juntos. O sexo tântrico é um ritual de dedicação, cuidado. É amar devagarinho. Se vocês se amam, é uma boa maneira de transcender o comum.
Para aprender
Escola de Terapias Naturais - Cursos de tantra
http://www.serterapeuta.org/tantra.htm
A filosofia
O tantra é uma filosofia que nasceu na Índia há milênios em oposição ao hinduísmo, que é muito rígida. O tantra instituiu o culto ao feminino, à felicidade e à arte de amar. O sexo tântrico faz parte disso tudo e a mulher é o coração do tantra, é considerada uma deusa. Para se familiarizar, Shakti é o nome que se dá a energia feminina. Shiva é a polaridade masculina, a consciência que respeita e reverencia Shakti.
O sexo tântrico
O sexo não é praticado com o objetivo final do orgasmo. O interessante é atingir um estado de consciência maior, onde não há separação entre corpo e espírito. Durante o sexo, o casal deve evocar Shakti e Shiva e perceber um ao outro como divindades.
Como o caminho do paraíso para o homem não é ejacular, ele segura a ereção e atinge um tipo de prazer chamado "orgasmo cósmico". A mulher se abre para o prazer e é capaz de ter orgasmos múltiplos enquanto acompanha seu parceiro nesse jogo de autocontrole e concentração. Dizem que atingir o nirvana é inevitável.
Você deve pensar: que coisa maluca! Mas é possível aprender com os ensinamentos do tantra e encarar o sexo tântrico como um manual de exercícios. A relação sexual vira um verdadeiro encontro do amor e não uma relação sem intimidade ou compromisso.
Preparando o ambiente e o corpo
A preparação do ambiente faz parte do ritual: incensos, flores e música dão um toque especial. A iluminação deve ser feita com velas, nunca no escuro. Tome um banho demorado e escolha a roupa pela textura. Não há preocupação nem ansiedade com o desempenho no sexo.
Se você ainda não tem intimidade com o poder da deusa Shakti, imagine essa energia feminina como uma cobra adormecida na base da coluna vertebral. Quando acordada, ela sobe até o alto da cabeça, nutrindo os chacras da coluna, unindo consciência e prazer. Deve-se praticar uma espécie de meditação a dois, um treinamento físico e espiritual para atingir a consciência suprema.
Prepare o sistema nervoso, pratique posturas, respirações, mantras e visualizações. Revigore o corpo para que seja capaz de sentir, de se emocionar e de pulsar por inteiro. Comece a transformar a relação. Só tenha olhos para o seu namorado, caminhe de mãos dadas, beije-o com ternura, troque carícias. Vocês são criaturas sagradas, e o corpo é um templo.
Como pedir ao namorado
Difícil pensar que o seu namorado topa transar com você sem gozar, né? Na verdade, o ato de ejacular e o orgasmo não estão interligados, segundo a filosofia. A sensação de gozo vem do cérebro e a ejaculação é algo físico, é a expulsão do sêmen. É possível, de acordo com a filosofia do sexo tântrico, atingir o orgasmo sem ejacular. Portanto, um dos argumentos é o prazer prolongado e a intimidade que vocês dois podem adquirir juntos. O sexo tântrico é um ritual de dedicação, cuidado. É amar devagarinho. Se vocês se amam, é uma boa maneira de transcender o comum.
Para aprender
Escola de Terapias Naturais - Cursos de tantra
http://www.serterapeuta.org/tantra.htm
Fonte :: GLOSS
Aprenda a atingir o orgasmo sozinha!
20:08 | Postado por
Desejos Íntimos |
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Por: Fabiana Faria
Foto: Margo Stilley no filme "9 Canções", de Michael Winterbottom
A masturbação é libertadora! Se você ainda não conseguiu chegar ao orgasmo, é o caminho certeiro. Para quem está solteira, é uma forma de se satisfazer. Para as comprometidas, é uma maneira de conhecer o corpo e melhorar o sexo com o namorado. Portanto, não tenha vergonha e siga as nossas dicas para atingir o clímax por conta própria!
O lugar ideal
Escolha um local em que fique sozinha, sem medo de ser interrompida. Relaxe completamente por pelo menos meia hora. Trancar a porta é uma boa. Se você nunca atingiu o orgasmo por meio da masturbação, sugerimos que a autoestimulação seja feita no quarto. Lá sempre tem uma cama confortável, onde você pode se movimentar à vontade.
O lugar ideal
Escolha um local em que fique sozinha, sem medo de ser interrompida. Relaxe completamente por pelo menos meia hora. Trancar a porta é uma boa. Se você nunca atingiu o orgasmo por meio da masturbação, sugerimos que a autoestimulação seja feita no quarto. Lá sempre tem uma cama confortável, onde você pode se movimentar à vontade.
Prepare o espírito
Faça desse momento uma inspiração para que o orgasmo role mais facilmente. Deixe o clima sensual: se tomar uma taça de vinho te deixa mais sensual e desinibida, tome. Coloque uma música, acenda velas, passe seu perfume predileto... entre no espírito! Tudo isso contribui para a fantasia do orgasmo.
Faça desse momento uma inspiração para que o orgasmo role mais facilmente. Deixe o clima sensual: se tomar uma taça de vinho te deixa mais sensual e desinibida, tome. Coloque uma música, acenda velas, passe seu perfume predileto... entre no espírito! Tudo isso contribui para a fantasia do orgasmo.
A melhor posição
A sugestão é se deitar de barriga para cima com a cabeça em um travesseiro macio. Suas pernas devem ficar esticadas ou com os joelhos ligeiramente dobrados e os pés apoiados na cama. Assim, você pode se balançar, girar o quadril, arquear as costas. Se você não se sentir à vontade nessa posição mais “escancarada”, pode ficar de ladinho, sentada na beira da cama ou misture tudo conforme a excitação for aumentando.
A sugestão é se deitar de barriga para cima com a cabeça em um travesseiro macio. Suas pernas devem ficar esticadas ou com os joelhos ligeiramente dobrados e os pés apoiados na cama. Assim, você pode se balançar, girar o quadril, arquear as costas. Se você não se sentir à vontade nessa posição mais “escancarada”, pode ficar de ladinho, sentada na beira da cama ou misture tudo conforme a excitação for aumentando.
A técnica do toque
A sua mão é a melhor e mais completa ferramenta para atingir o orgasmo sozinha. Com ela, você tem a percepção de todos os lugares que estiver se tocando. O toque pode ser feito da seguinte maneira:
1) Aplique uma boa quantidade de lubrificante em toda a vulva para evitar uma irritação por atrito.
2) Usando as pontas do indicador e do polegar, sinta seu clitóris, acariciando ou pressionando suavemente, movendo a pele abaixo em pequenos círculos. Nunca o esfregue porque ele é ultrasensível e pode acabar com o clima.
3) Sinta seu clitóris passando-o pelo capuz, ou seja, um pouco acima dele. Então, suba outra vez, concentrando-se na glande do clitóris, localizada entre ele e o início da vulva. Agora, explore o osso pubiano ainda pressionando-o de forma suave e rítmica.
4) Agora explore os lábios externos, incluindo a área entre a vulva e a parte de cima das pernas. Acaricie o períneo e as nádegas.
5) Agora leve as pontas dos dedos novamente para a vulva e volte ao clitóris, subindo pelos pequenos lábios. Experimente tocar o clitóris de forma direta. Se precisar, coloque mais lubrificante. Se você achar o toque direto muito intenso, volte para o conforto e continue acariciando o capuz, área menos sensível.
6) Experimente usar os movimentos circulares e pulsantes das pontas dos dedos em diversas velocidades. Aumente e diminua o ritmo da pressão constantemente, mas sem pressa. A intenção não é só chegar ao orgasmo, mas desfrutar todo o prazer da experiência.
7) Pressione seu pulso contra o monte de Vênus também, no mesmo movimento da mão. Nesse momento, o orgasmo ganhará força. Mova o quadril contra a sua mão, pressione, relaxe.
8) É provável que você tenha se contraído como se estivesse segurando o xixi. É como se a vagina fosse direcionada ao clitóris, o que aumenta a estimulação.
9) Lembre-se de respirar profunda e normalmente para ajudar no transporte correto do fluxo sanguíneo.
10) Quando a excitação crescer a ponto de chegar ao auge, continue mantendo um ritmo firme e rápido, arqueando as costas a cada pressão do pulso, entrando no clímax. Quando o orgasmo vier, permita-o. Seu corpo reagirá de uma maneira única!
Pratique, pratique, pratique
Você não é obrigada a atingir o orgasmo para se sentir verdadeiramente feminina, mas chegar lá é bom demais. Por isso, para ficar bom nesse negócio, praticar é o caminho! Mesmo que não atinja o orgasmo todas as vezes em que tentar, curta o momento e vá conhecendo o seu corpo cada vez mais. Não perca oportunidades. Se estiver com vontade, faça!
Dicas baseadas no livro Orgasmos: como chegar lá, de Jenny Hare (editora Best Seller)
A sua mão é a melhor e mais completa ferramenta para atingir o orgasmo sozinha. Com ela, você tem a percepção de todos os lugares que estiver se tocando. O toque pode ser feito da seguinte maneira:
1) Aplique uma boa quantidade de lubrificante em toda a vulva para evitar uma irritação por atrito.
2) Usando as pontas do indicador e do polegar, sinta seu clitóris, acariciando ou pressionando suavemente, movendo a pele abaixo em pequenos círculos. Nunca o esfregue porque ele é ultrasensível e pode acabar com o clima.
3) Sinta seu clitóris passando-o pelo capuz, ou seja, um pouco acima dele. Então, suba outra vez, concentrando-se na glande do clitóris, localizada entre ele e o início da vulva. Agora, explore o osso pubiano ainda pressionando-o de forma suave e rítmica.
4) Agora explore os lábios externos, incluindo a área entre a vulva e a parte de cima das pernas. Acaricie o períneo e as nádegas.
5) Agora leve as pontas dos dedos novamente para a vulva e volte ao clitóris, subindo pelos pequenos lábios. Experimente tocar o clitóris de forma direta. Se precisar, coloque mais lubrificante. Se você achar o toque direto muito intenso, volte para o conforto e continue acariciando o capuz, área menos sensível.
6) Experimente usar os movimentos circulares e pulsantes das pontas dos dedos em diversas velocidades. Aumente e diminua o ritmo da pressão constantemente, mas sem pressa. A intenção não é só chegar ao orgasmo, mas desfrutar todo o prazer da experiência.
7) Pressione seu pulso contra o monte de Vênus também, no mesmo movimento da mão. Nesse momento, o orgasmo ganhará força. Mova o quadril contra a sua mão, pressione, relaxe.
8) É provável que você tenha se contraído como se estivesse segurando o xixi. É como se a vagina fosse direcionada ao clitóris, o que aumenta a estimulação.
9) Lembre-se de respirar profunda e normalmente para ajudar no transporte correto do fluxo sanguíneo.
10) Quando a excitação crescer a ponto de chegar ao auge, continue mantendo um ritmo firme e rápido, arqueando as costas a cada pressão do pulso, entrando no clímax. Quando o orgasmo vier, permita-o. Seu corpo reagirá de uma maneira única!
Pratique, pratique, pratique
Você não é obrigada a atingir o orgasmo para se sentir verdadeiramente feminina, mas chegar lá é bom demais. Por isso, para ficar bom nesse negócio, praticar é o caminho! Mesmo que não atinja o orgasmo todas as vezes em que tentar, curta o momento e vá conhecendo o seu corpo cada vez mais. Não perca oportunidades. Se estiver com vontade, faça!
Dicas baseadas no livro Orgasmos: como chegar lá, de Jenny Hare (editora Best Seller)
FONTE :: GLOSS
terça-feira, 17 de agosto de 2010
Onde beijar uma mulher
23:52 | Postado por
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O post abaixo foi sugerido por uma amiga cliente! Obrigada!
Beijo é algo obrigatório antes, durante e depois do sexo. E provoca arrepios interessantes, quando dados nos locais certos. Confira abaixo os principais lugares que devem ser explorados pela sua boca:
Orelhas
Orelhas
a orelha é uma área esquecida quando o assunto é beijar uma mulher. As orelhas são bastantes sensíveis, por isso, um beijo nelas irá provocar um grande estímulo. A boca é a melhor maneira de estimular as orelhas. Mordiscar suave o lóbulo do ouvido é suficiente e garantido para arrepiar a espinha. Experimente, também, gentilmente passar os lábios ao longo das orelhas, vai criar um bom efeito de prazer.
Parte de trás do pescoço
Parte de trás do pescoço
uma das maneiras mais fáceis e confiáveis para excitar uma mulher é beijá-la na parte de trás do pescoço. E funciona ainda melhor se for apanhada de surpresa. Escolha uma altura em que ela não o espere completamente, desvie o cabelo, e beije o pescoço. Ela vai adorar e além disso não irá esquecer.
Rosto
Rosto
o rosto é apenas para beijar e não lamber ou mordiscar, o que na minha opinião se torna totalmente nojento. A cara tem várias zonas que podem ser beijadas e isso deve ser feito de uma forma carinhosa. Existem poucas coisas mais pessoais do que beijar uma mulher no rosto. Muitos sentimentos podem ser expressos mediante um beijo.
Clavícula
Clavícula
um dos lugares mais íntimos para beijar uma mulher enquanto ela tem roupa é ao longo da clavícula. A sua boca na clavícula dela fazcom que ela a imagine em mais locais. Comece com beijos lá, antes de ir para locais que não conseguem alcançar.
Quadris
Quadris
os quadris de uma mulher são mais sensíveis do que você pode imaginar. Isso se dever por estarem tão perto do centro de prazer das mulheres. Beijar, lamber e mordiscar, vai enviar prazer desde o topo da cabeça aos dedos dos pés. Por isso, não deixe de lado este local onde elas tanto querem a nossa boca.
Seios
Seios
colocar a sua boca nos seus seios pode trazer imenso prazer, mas se for feito de modo errado irá acontecer precisamente o contrário. Para os seios recomendo beijar, lamber e chupar. Pode também fazer algumas mordidelas desde que sejam feitas com calma. Os seios são delicados, por isso, cuidado como morde. Use a boca em todo o peito para um efeito máximo.
Fonte :: www.useprudence.com.br
Fonte :: www.useprudence.com.br
sexta-feira, 13 de agosto de 2010
Drummond e suas verdades
21:02 | Postado por
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Ordenado por :: A Insubmissa
OUVIDO MASCULINO
Muitas vezes se ouve dizer que as mulheres falam demais...
Mas, não tem problema, porque o ouvido masculino (seletivo)
escuta somente o que a ele interessa...
Veja o exemplo abaixo:
A MULHER diz:
Esse lugar está uma bagunça, Amor!
Você e eu precisamos limpar isto.
Suas coisas estão jogadas no chão
E você vai ficar sem roupas pra usar
se não lavá-las agora mesmo.
O que o HOMEM escuta:
blah, blah, blah, blah, Amor!
blah, blah, blah, blah, Você e eu
blah, blah, blah, blah, no chão
blah, blah, blah, blah, sem roupas
blah, blah, blah, blah, agora mesmo...
Carlos Drummond de Andrade
Muitas vezes se ouve dizer que as mulheres falam demais...
Mas, não tem problema, porque o ouvido masculino (seletivo)
escuta somente o que a ele interessa...
Veja o exemplo abaixo:
A MULHER diz:
Esse lugar está uma bagunça, Amor!
Você e eu precisamos limpar isto.
Suas coisas estão jogadas no chão
E você vai ficar sem roupas pra usar
se não lavá-las agora mesmo.
O que o HOMEM escuta:
blah, blah, blah, blah, Amor!
blah, blah, blah, blah, Você e eu
blah, blah, blah, blah, no chão
blah, blah, blah, blah, sem roupas
blah, blah, blah, blah, agora mesmo...
Carlos Drummond de Andrade
Fonte :: A Insubmissa
Átame
20:52 | Postado por
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Ata-me
E toma-me
Até me
Ter
Todo
E tudo
Fonte :: Contos do Doutor Fritz
Novas (embora esfarrapadas) desculpas de um traidor
20:44 | Postado por
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Fomos investigar de perto o submundo da infidelidade e desvendamos o novo código de conduta dos traidores. Você vai identificá-los de longe ainda nos primeiros encontros. E nunca mais será a última a saber!
Texto Letícia Pauli / Foto Karine Basilio
“Estava bêbado demais”, “foi só sexo”, “meus amigos me empurraram para ela”. Quem já foi traída sabe bem que essas desculpinhas são usadas desde o tempo em que Madonna era virgem. E, se não faziam sentido nem no passado, muito menos agora. “As expectativas do homem sobre relacionamento mudaram. Hoje, ele busca parceiras capazes de realizá-lo fora da cama”, garante Luiz Cuschnir, psiquiatra e coordenador do Centro de Estudo de Identidade do Homem e da Mulher, em São Paulo. Trocando em miúdos, foi-se o tempo em que o bonitão pulava a cerca só em busca de sexo.
Depois de interrogar centenas de homens sobre o assunto, a antropóloga Mirian Goldenberg, autora do livro Infiel: Notas de uma Antropóloga (Record), constatou: ao trair, a esmagadora maioria não procura apenas carne fresca, e sim mais compreensão e menos cobrança. E jura de pés juntos que é raro encontrar essa dobradinha em relações oficiais. “Quando não consegue satisfazer todas as exigências da mulher, a ala masculina se sente frustrada e incapaz”, explica Mirian. Resultado: fica sensível a qualquer afago ou elogio. E nem sempre o mau-caráter vai se consolar nos braços de uma gostosona. “Cada vez mais, tende a preferir amantes mais velhas, que são atenciosas e carinhosas”, completa. Está de queixo caído? Nosso dossiê atualizadíssimo sobre traição não vai deixar nem o mais astuto salafrário conseguir encobrir seu crime. Ensinamos você a observar detalhes microscópicos do cafajeste, para poder mandá-lo passear antes que ele possa decorar seu telefone ou o caminho da sua casa.
O novo infiel
Descobrir logo no começo se seu pretê está mais para morador de brejo do que príncipe encantado poupa sofrimento. Mas não se deixe enganar com velhos indícios. O comportamento de quem tem culpa no cartório não é mais o mesmo. Para desmascarar um bandido antes que ele roube seu coração, fique por dentro das novas, embora esfarrapadas, desculpas que anda inventando.
PISTA ANTIGA: Compensar a perda da libido com presentinhos caros
NOVO INDÍCIO: Ele reforçou a dose diária de guaraná em pó? Vive à base de energético? Propôs que começassem a usar o comprimidinho azul para desfrutar longas noites de prazer? Tudo isso pode ser indicativo de que está tentando desesperadamente camuflar a falta de energia. Nem queira saber onde ele gastou o pique!
PISTA ANTIGA: Ficava vaidoso da noite para o dia
NOVO INDÍCIO: Começa a faltar na academia. Afinal, se for necessário sacrificar algum horário em prol de encontros furtivos, escolherá aquele que menos a afeta.
PISTA ANTIGA: Sumia com a conta de celular para que você não reparasse em números estranhos
NOVO INDÍCIO: Grava o contato das garotas sob pseudônimos. A Ana vira “Beto – Futebol”. Assim, se for questionado, pode acusá-la de suspeitar injustamente do pobre rapaz.
PISTA ANTIGA: Começava a se achar o gostosão da turma
NOVO INDÍCIO: Fica mais introspectivo, com semblante triste e olhar distante. “Muitos traidores abominam o que estão fazendo e sofrem. Sentem-se fracassados por não conseguir honrar seu compromisso”, explica a antropóloga Mirian Goldenberg.
PISTA ANTIGA: Inventava viagens longas a trabalho ou plantões durante fim de semana
NOVO INDÍCIO: “A traição entrou na era da ‘rapidinha’. Portanto, se o lindo for ao supermercado em horários absurdos, fique de orelha em pé!”, garante Cuca Elias, editora e colunista da revista VIP.
PISTA ANTIGA: Marcava o “futebol” para as tardes de domingo
NOVO INDÍCIO: Marca o “pôquer” durante a semana na casa de algum colega de trabalho. Afinal, o que é mais improvável: você dar uma passadinha em frente à quadra ou atravessar a cidade para invadir o apartamento de um cidadão que mal conhece?
Pega traidor
Acredite, o homem dá sinais claros quando não é confiável ainda na fase “estamos nos conhecendo”. Você só precisa prestar atenção nas pequenas e quase inocentes atitudes para pegar o infiel no pulo. E assim, livrar-se de fazer papel de boba no futuro.
FIQUE ALERTA SE... O candidato tiver horror a comprovantes de pagamento.
Vocês saíram para jantar e ele, cavalheiríssimo, se oferece para pagar a conta. Mal a máquina libera a nota, o espertão já busca uma forma de se livrar do papelzinho, sem jamais guardá-lo na carteira. Sabe o que isso significa? Que o fofo não quer nenhuma prova das deliciosas horas que passou ao seu lado. A engenheira Juliana Mendes, 25 anos, ignorou essa estranha mania e se deu mal. “Quando percebi, o moço já saía há meses com outra. Só descobri porque achei, sem querer, uma dessas notinhas dentro do lixo. Aposto que ele jogou fora assim que percebeu que tinha trazido a evidência do crime para casa”, relembra.
POR QUE DESCONFIAR
Os rapazes são mais organizados com dinheiro que nós e costumam guardar comprovantes. Se vão contra esse instinto, algo está errado.
FIQUE ALERTA SE... Ele não conseguir fixar a atenção em nada e ir diversas vezes ao banheiro.
"Convidei o Jorge para o show de um DJ internacional. Durante a apresentação, ele olhava para os lados o tempo todo e inventava motivo para circular. Na hora, não entendi, mas depois descobri que a outra menina com quem ele estava saindo tinha ido ao evento. Fiquei chocada”, relata a analista de marketing Mariana Castanheira, 32 anos. Moral da história: sempre que forem a locais públicos, avalie a postura do seu novo pretê. Idas ao banheiro ou chás de sumiço podem ser a deixa perfeita para procurar um rabo de saia ou, como no caso de Mariana, se certificar de que reserva e titular não vão se trombar.
POR QUE DESCONFIAR
Quando está interessado em algo ou alguém, o homem tende a focar toda a atenção no objeto de desejo. Dispersão excessiva é motivo para ligar o sinal vermelho.
FIQUE ALERTA SE... O bonito carregar amostras de perfume, lenço umedecido ou creme hidratante.
Palavra de um ex-traidor regenerado: esses inofensivos itens listados são armas importantes para apagar ou neutralizar a presença da outra. “Sempre carregava apenas pasta, escova e fio dental no nécessaire”, revela o vendedor Fabiano Nogueira, 28 anos. Mas, quando me envolvia com duas mulheres ao mesmo tempo, acrescentava alguns vidrinhos de perfume para rebater qualquer cheiro suspeito. O creme hidratante retira resquícios de maquiagem. Já o lenço umedecido garante que o ‘júnior’ fique novinho em folha, mesmo depois de um dia corrido.”
POR QUE DESCONFIAR
Homens não inovam muito no cuidado pessoal. Além de ficar de olho no tipo de objetos que carregam no nécessaire, vale notar, também, quando eles apareceram por lá. Nunca se sabe...
FIQUE ALERTA SE... Seu novo gato tiver mais de uma troca de roupa na mochila da academia ou do futebol.
Quem avisa é Cláudia Luz, gerente de um motel de alto padrão de Campinas (SP). “Muitos homens mantêm uma calça e camiseta por perto caso manchem a roupa com maquiagem ou gel comestível. Uma vez, um cliente assíduo me pediu para jogar a regata dele fora, pois tinha um borrão preto enorme do rímel da amante”, lembra. Além disso, xampus e sabonetes de motel costumam ter cheiro forte e característico. “Foi por causa dele que uma namorada com olfato de perdigueiro me pegou no flagra. Aprendi a lição: depois de uma excursão com a outra, troco a camisa no carro antes de encontrar a oficial”, diz o estudante de jornalismo Caio Freitas, 22 anos, que jura estar solteiro agora.
POR QUE DESCONFIAR
Eles são práticos e péssimos mentirosos. Para que correr o risco de se enrolar explicando uma mancha estranha se podem simplesmente trocar de roupa?
FIQUE ALERTA SE... O piloto mantiver o GPS sempre fora do seu alcance.
Ah, as maravilhas da tecnologia... O GPS — esse santo aparelho que parece ter resolvido a crise de tantos homens perdidos e avessos a pedir informação — pode ser, com o perdão do trocadilho, a perdição definitiva dos infiéis. Além de armazenar os passos de seu amado (com direito a rota completa), guarda o nome dos estabelecimentos comerciais que ele andou pesquisando. Se aparecer um motel em que você nunca colocou os pés, encrenca na certa! Aconteceu com a bancária Alessandra Carvalho, 32 anos. “Acordei cedo e sai para buscar uma cesta de café da manhã. Peguei a chave do carro e o GPS na pasta dele. Liguei o gadget e não aguentei: quis ver os endereços anotados. Achei o de um flat para lá de suspeito. Armei um barraco que ele nunca mais vai se esquecer!”, conta.
POR QUE DESCONFIAR
Depois que um homem se rende ao GPS, quase nunca consegue parar de usá-lo. E aí, uma hora o impostor dá bobeira e se esquece de apagar os registros.
FIQUE ALERTA SE... Você telefonar no trabalho do cara e ninguém souber ao certo onde ele está.
“Uma vez, tive um caso com a assistente de um cliente. Como ela também namorava, só podíamos nos encontrar no horário comercial”, conta o advogado Leonardo Vinhas, 28 anos. Um dia, a ex-noiva resolveu checar com a secretária a existência de almoço de negócios que Leo inventou. “A coitada se atrapalhou, disse que não tinha nada agendado. Até tentou consertar depois, mas já era tarde. Perdi um relacionamento de quatro anos”, lamenta.
POR QUE DESCONFIAR
Mentira tem pernas curtas. Depois de ler essa historinha de terror, não precisa falar mais nada, confere?
O corpo denuncia
Por mais que o homem por quem você está interessada tente disfarçar, as expressões não verbais são xeque-mate no jogo da verdade. A psicóloga Mônica Portella, supervisora do Centro de Psicologia Aplicada e Formação, no Rio de Janeiro, ensina macetes para acabar de vez com a farra dos dissimulados em poucos encontros.
» Quando questioná-lo sobre infidelidade, repare se bem na voz do moço. Segundo estudos, o timbre fica mais agudo quando estamos mentindo, por causa da ansiedade.
» O fofo faz pausas looongas entre uma frase e outra? Eis outro indício de que esconde algo.
» Preste atenção aos gestos que acompanham a fala dele. Se parecerem ter o significado oposto do discurso, há grandes chances de que esteja tentando enganá-la. Por exemplo: pergunte o que ele sente pela ex-namorada. Se disser que já a esqueceu e fizer um gesto que remeta à ideia de passado, perfeito! Mas, se apontar mãos e braços para frente, indicando tempo futuro...
» Como o cara sorri quando está com você? Se parecer uma expressão congelada, como um sorriso amarelo e sem linhas em torno dos olhos, pode não ser tão sincero assim.
» Ele disse que está louco por você, mas a expressão apaixonada só apareceu segundos depois das palavras. Xiii...
Fonte :: NOVA
O que os homens pensam durante o sexo
20:38 | Postado por
Desejos Íntimos |
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A Alinne Moraes, a celulite que flagrou - apesar de seus esforços para escondê-la -, o gol de um craque... Será que isso passa pela cabeça deles no rala-e-rola? Sim, essas coisas e muitas outras. O nosso espião entrega tudo!
Texto Eduardo Prado / Foto Karine Basilio
É muito difícil fazer com que um sujeito revele à namorada seus mais profundos e pervertidos pensamentos. O motivo? Puro medo de retaliação. Por mais que uma mulher diga que está preparada para ouvir de tudo, nós, homens, não acreditamos que ela vai aceitar passivamente certas verdades. E, quando vocês ficam desapontadas, quem sofre as conseqüências (nada agradáveis, por sinal) somos nós. Qual homem em sã consciência quer correr o risco de amargar dias, quem sabe até meses, de jejum sexual com sua amada? Decididamente é um preço muito alto... Por isso, alguns amigos toparam entrar nesse negócio arriscado, de confessar suas ruminações, desde que sua verdadeira identidade fosse preservada. Trato acertado, eles não esconderam nada: aqui está a mais nua e crua e pura verdade sobre os pensamentos masculinos na hora H. Aliás, não espere apenas pornografia, porque não é só nisso que a gente pensa. Duvida? Então leia e comprove.
"Não acredito que estou aqui”
O homem encara cada transa como se fosse a primeira, única e última de sua vida. Isso acontece porque uma parte de seu cérebro não consegue acreditar que ele é sortudo o bastante para estar ali, de novo, desfrutando uma das melhores coisas da vida. Deitar com uma mulher é como se fosse um benefício do além. E entramos em pânico só de pensar que ele pode ser suspenso, por uma questão de corte de custos na esfera celestial. “A mulher tem as cartas na mão”, diz Marcos, de 28 anos. “Como não sei até quando ela vai querer ficar comigo, aproveito ao máximo aquele momento.”
"Seu corpo é inacreditável”
Somos seres visuais e nos excitamos tremendamente ao botar o olho aqui ou ali. “Adoro quando ela fica por cima, porque de lá de baixo consigo ver o seu corpo inteirinho”, diz Daniel, de 31 anos. “Fico louco com as caras que ela faz, o brilho dos seus olhos. É excitante constatar que a mulher está tendo prazer comigo.”
Além disso, no meio da euforia, prestamos atenção nas partes do corpo de vocês que não ficam à mostra o tempo todo, como aquelas dobrinhas do bumbum que aparecem quando se põem de quatro. “Me pego pensando como as mãos dela são pequenas comparadas com as minhas”, diz Jeferson, de 29 anos.
E quanto à clássica dúvida que atormenta a cabeça de 99% das mulheres: “Vocês reparam na celulite, na flacidez, nas gordurinhas?” Um homem vai estar mentindo se disser que não. “É claro que percebo se minha namorada engordou. Mas isso não mexe, de jeito nenhum, com o meu tesão”, diz Fábio, de 28 anos. E, ainda que note que a coxa está meio flácida, um homem não se abala. Está voltado para os pontos altos da sua musa.
“A gente pensa em coisas que vão além das curvas, como ‘Que bunda deliciosa que ela tem!’”, conta Fabiano, de 27 anos.
Futebol
Nem nessa hora a gente consegue deixar de pensar nisso. Não que a imagem de homens correndo atrás de uma bola nos excite. Muito pelo contrário. É justamente por não vincularmos futebol com algo sensual que trazemos o campo à tona. Sabe quando? Quando a mulher pede que a gente se segure um pouco mais. “Aí, tentamos nos distrair. Se não é o futebol, é a tevê ligada, num canal que não tenha filme pornô, é claro”, afirma Alexandre, de 29 anos.
Outro método testado e comprovado: letras e números. “De vez em quando, recito todo o alfabeto na minha cabeça”, revela Gérson, de 31 anos. “Isso ocupa o cérebro e faz com que a excitação caia o suficiente para que eu consiga ter controle sobre o meu orgasmo.” Outros homens preferem resolver longas equações matemáticas (até conseguir chegar ao resultado final, o nível de empolgação do pênis já deu uma reduzida). E, para completar o capítulo de táticas que protelam o gozo, mais um truque: focar em algo dolorido, como uma cãibra no pé. “É suficiente para me trazer de volta ao mundo real”, diz João, de 22 anos.
Alinne Moraes, Juliana Paes, Gisele Bündchen
Quando a mulher dá o sinal verde para que o homem parta para os finalmentes, ele pára de pensar na bola e solta a mente. Acredite: a imaginação de um sujeito faz mais pelo tesão dele do que qualquer trabalho manual (leia-se masturbação). Então, ele deixa vir à tona o desejo de transar com as mulheres que permeiam seus sonhos, como a última capa da Playboy ou aquela atriz ultrassexy. “Às vezes, penso na Paola Oliveira”, confessa Paulo, de 29 anos. “Verdade. Minha namorada é uma delícia, mas evocar a imagem da Paola se entregando a mim não é nada mal também.”
A esta altura, você deve estar querendo esganar o seu amado... mas não o faça. Coloque na cabeça que esse tipo de devaneio é natural e não tem nada a ver com infidelidade. Um homem usa a estratégia por uma causa mais que justa: alavancar seu estímulo sexual.
E não é sempre em outra mulher que ele pensa. Alain, de 29 anos, por exemplo, prefere criar uma cena de sexo bem picante e se transportar para aquele cenário com a namorada. “Imagino que eu e a Fabiana estamos na cena de um filme”, conta ele. “Não deixo de incluí-la no meu sonho.”
Coisas obscenas que gostaríamos de fazer
“Às vezes, penso como seria bom se a gente estivesse transando a três ou filmando nossa performance”, diz Marcelo, de 25 anos. Você deve estar se perguntando: “Será que, mesmo depois de já ter experimentado tudo quanto é tipo de posição comigo, ele ainda vai querer mais?” Sim, e isso acontece quando o sexo vira rotina, por mais delicioso que seja. Na cabeça da gente, a coisa teria um tempero diferente se você topasse trazer uma amiga... mas pra que confessar certas coisas que a gente sabe que você nunca, em hipótese alguma, iria aceitar? Para ser tachado de pervertido? É melhor deixar assuntos tabus protegidos na nossa mente. Lá, nossas fantasias vão para onde bem entenderem.
4 quebra-climas
O que realmente atrapalha a performance de um homem.
Um barulho ensurdecedor
Para ter um bom desempenho sexual, ele precisa de concentração. Qualquer coisa que o perturbe não é bem-vinda.
Para ter um bom desempenho sexual, ele precisa de concentração. Qualquer coisa que o perturbe não é bem-vinda.
Porta-retratos com a família
Ele está lá com você numa posição obscena quando vira para o lado e dá de cara com uma foto do seu pai no criado-mudo, olhando fixamente para ele. É melhor passar sem essa, né?
Ele está lá com você numa posição obscena quando vira para o lado e dá de cara com uma foto do seu pai no criado-mudo, olhando fixamente para ele. É melhor passar sem essa, né?
Silêncio repentino
Se seus gemidos pararem de repente, ele pode ficar encanado, pensando que não está agradando.
Se seus gemidos pararem de repente, ele pode ficar encanado, pensando que não está agradando.
Você não diz o que quer
Um homem prestes a chegar ao orgasmo não consegue realizar muitas tarefas ao mesmo tempo. Adivinhar o que você quer exige muita coordenação da parte dele.
Um homem prestes a chegar ao orgasmo não consegue realizar muitas tarefas ao mesmo tempo. Adivinhar o que você quer exige muita coordenação da parte dele.
Fonte :: NOVA
Os vilões que atrapalham o seu orgasmo
20:32 | Postado por
Desejos Íntimos |
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Às vezes, chegar lá pode ser mais difícil do que a gente imagina. NOVA investiga o distúrbio que é o maior desmancha-prazer feminino.
Texto Rebecca Kahn / Foto Tamara Schlesinger
O desafio: pule esta reportagem agora quem nunca perdeu um orgasmo na vida. Continua lendo? Não está sozinha. Muitas de nós sofrem com a anorgasmia, disfunção que dificulta ou, em casos extremos, nos impede de atingir o clímax, o topo da excitação, o céu. Existem quatro tipos. O mais comum, chamado situacional, faz com que só consigamos com determinadas carícias (masturbação, por exemplo). Além dele, também tem o primário, caso de quem nunca nem sequer experimentou; o secundário, quando a gente de repente para de ir aos finalmentes; e o total, quando nenhum estímulo é suficiente para nos fazer chegar láhhh. A disfunção é mesmo uma das maiores vilãs do êxtase feminino. Por sorte, NOVA sabe como combatê-la.
Conhecendo o inimigo
A anorgasmia tem várias causas — e nem todas são psicológicas. Por isso, os terapeutas aconselham nunca achar que as dificuldades só existem na sua cabeça nem guardar suas angústias e dúvidas (conte tudo a quem pode ajudar, começando por uma conversa franca com o médico). Elas podem ter sido desencadeadas por cicatrizes ou danos aos nervos provocados por cirurgias ginecológicas. Fora o uso de drogas, álcool ou certos medicamentos, como os que controlam a pressão arterial, os antiestamínicos e os antidepressivos. Que o diga a empresária paulistana Mariana, 26 anos: “Estava trabalhando e fazendo pós-graduação, o que é barra pesada. Para complicar ainda mais, meu namorado foi transferido para o Rio. Não conseguia dormir e me sentia tão destruída que fui ao médico. Ele receitou antidepressivos e pílula contra ansiedade.” A insônia sumiu, mas, quando foi passar um feriadão com o lindo, descobriu os efeitos colaterais. “Nem sentia vontade de transar. Na cama, parecia uma morta-viva e me peguei pensando: ‘Será que ele não vai se satisfazer de uma vez para acabar logo com isso?” Percebendo que Mariana não era mais a mesma, o namorado até sugeriu procurarem estímulos extras em uma sex shop. Diz ela que saíram da loja com a sacola cheia de brinquedinhos, vibradores e livros. Deu certo. Não chegou a ser uma glória na primeira vez, mas o tesão aumentou e facilitou o orgasmo — embora tenha demorado mais que de costume. De volta a São Paulo, a moça conversou com o terapeuta, que a ajudou a conciliar os remédios com o desejo. Mariana acabou dispensando os antidepressivos antes do que imaginava.
No caminho do prazer
Excluída uma causa física, vale checar o fator emocional. São desmancha-prazeres de marca maior a própria ansiedade de ter um orgasmo, a culpa provocada por uma educação sexual rígida, alguma crença religiosa ou cultural que interfere no prazer, além do medo de engravidar ou de pegar uma doença sexualmente transmissível. O tratamento varia, óbvio, dependendo do tipo de anorgasmia. Para quem nunca experimentou essa explosão de sensações (cerca de 5 a 10% das mulheres), os terapeutas tentam ajudá-la a relaxar e se sentir segura, aumentando a sua capacidade de reagir positivamente aos estímulos sexuais. É o caso da mulher que está ansiosa achando que não vai conseguir ou assustada com a possibilidade de se descontrolar ou ainda fisicamente incomodada sem saber o que esperar. “Já as que sofrem da secundária só precisam aprender novos truques para chegar lá — afinal, já conhecem o caminho e sabem que são capazes de trilhá-lo”, explica Elna McIntosh, terapeuta sexual e uma das maiores autoridades no assunto. No caso da anorgasmia em situações específicas, a mulher precisa de ajuda para identificar as circunstâncias favoráveis e, em seguida, melhorar sua comunicação.
Aconteceu com a dentista Juliane, de 24 anos, que teve a primeira experiência sexual quando tinha 17 anos. “Demorei para me decidir, mas fiz porque queria, e não por pressão do namorado. Apesar disso, na hora H, entrei em pânico. Tanto que contrai demais os músculos da vagina e a penetração foi superdolorosa. Minha vontade era pular da cama e correr para casa”, diz. A experiência ruim se repetiu com outros parceiros. Apesar de sentir vontade de transar, ficava tão tensa que tornava o ato quase impossível. Não é surpresa que não soubesse o que era um grand finale. Nem mesmo com a masturbação. Durante anos, fez vários tratamentos e visitou uma lista de médicos. “Um deles chegou a dizer que eu precisava operar para aumentar a abertura da vagina e cortar alguns músculos. Só não encarei a mesa de cirurgia porque morri de medo”, lembra. Um namorado apaixonado e sensível sugeriu recorrerem à terapia juntos. O primeiro alívio foi descobrir que seu problema era comum — estima-se que 70% das mulheres ficam ou já ficaram a ver navios. Depois de alguns meses de sessões, com direito a exercícios e orientações de como tocar o outro, o casal finalmente espantou o grande vilão da cama. “Não aconteceu de uma hora para outra. Vivemos um processo lento, mas surpreendente. O primeiro orgasmo foi totalmente inesperado. Caí no choro de felicidade.”
Fonte :: NOVA
Conhecendo o inimigo
A anorgasmia tem várias causas — e nem todas são psicológicas. Por isso, os terapeutas aconselham nunca achar que as dificuldades só existem na sua cabeça nem guardar suas angústias e dúvidas (conte tudo a quem pode ajudar, começando por uma conversa franca com o médico). Elas podem ter sido desencadeadas por cicatrizes ou danos aos nervos provocados por cirurgias ginecológicas. Fora o uso de drogas, álcool ou certos medicamentos, como os que controlam a pressão arterial, os antiestamínicos e os antidepressivos. Que o diga a empresária paulistana Mariana, 26 anos: “Estava trabalhando e fazendo pós-graduação, o que é barra pesada. Para complicar ainda mais, meu namorado foi transferido para o Rio. Não conseguia dormir e me sentia tão destruída que fui ao médico. Ele receitou antidepressivos e pílula contra ansiedade.” A insônia sumiu, mas, quando foi passar um feriadão com o lindo, descobriu os efeitos colaterais. “Nem sentia vontade de transar. Na cama, parecia uma morta-viva e me peguei pensando: ‘Será que ele não vai se satisfazer de uma vez para acabar logo com isso?” Percebendo que Mariana não era mais a mesma, o namorado até sugeriu procurarem estímulos extras em uma sex shop. Diz ela que saíram da loja com a sacola cheia de brinquedinhos, vibradores e livros. Deu certo. Não chegou a ser uma glória na primeira vez, mas o tesão aumentou e facilitou o orgasmo — embora tenha demorado mais que de costume. De volta a São Paulo, a moça conversou com o terapeuta, que a ajudou a conciliar os remédios com o desejo. Mariana acabou dispensando os antidepressivos antes do que imaginava.
No caminho do prazer
Excluída uma causa física, vale checar o fator emocional. São desmancha-prazeres de marca maior a própria ansiedade de ter um orgasmo, a culpa provocada por uma educação sexual rígida, alguma crença religiosa ou cultural que interfere no prazer, além do medo de engravidar ou de pegar uma doença sexualmente transmissível. O tratamento varia, óbvio, dependendo do tipo de anorgasmia. Para quem nunca experimentou essa explosão de sensações (cerca de 5 a 10% das mulheres), os terapeutas tentam ajudá-la a relaxar e se sentir segura, aumentando a sua capacidade de reagir positivamente aos estímulos sexuais. É o caso da mulher que está ansiosa achando que não vai conseguir ou assustada com a possibilidade de se descontrolar ou ainda fisicamente incomodada sem saber o que esperar. “Já as que sofrem da secundária só precisam aprender novos truques para chegar lá — afinal, já conhecem o caminho e sabem que são capazes de trilhá-lo”, explica Elna McIntosh, terapeuta sexual e uma das maiores autoridades no assunto. No caso da anorgasmia em situações específicas, a mulher precisa de ajuda para identificar as circunstâncias favoráveis e, em seguida, melhorar sua comunicação.
Aconteceu com a dentista Juliane, de 24 anos, que teve a primeira experiência sexual quando tinha 17 anos. “Demorei para me decidir, mas fiz porque queria, e não por pressão do namorado. Apesar disso, na hora H, entrei em pânico. Tanto que contrai demais os músculos da vagina e a penetração foi superdolorosa. Minha vontade era pular da cama e correr para casa”, diz. A experiência ruim se repetiu com outros parceiros. Apesar de sentir vontade de transar, ficava tão tensa que tornava o ato quase impossível. Não é surpresa que não soubesse o que era um grand finale. Nem mesmo com a masturbação. Durante anos, fez vários tratamentos e visitou uma lista de médicos. “Um deles chegou a dizer que eu precisava operar para aumentar a abertura da vagina e cortar alguns músculos. Só não encarei a mesa de cirurgia porque morri de medo”, lembra. Um namorado apaixonado e sensível sugeriu recorrerem à terapia juntos. O primeiro alívio foi descobrir que seu problema era comum — estima-se que 70% das mulheres ficam ou já ficaram a ver navios. Depois de alguns meses de sessões, com direito a exercícios e orientações de como tocar o outro, o casal finalmente espantou o grande vilão da cama. “Não aconteceu de uma hora para outra. Vivemos um processo lento, mas surpreendente. O primeiro orgasmo foi totalmente inesperado. Caí no choro de felicidade.”
Fonte :: NOVA
Como manter a magia do primeiro mês para o resto da vida
20:28 | Postado por
Desejos Íntimos |
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Se sua relação está sofrendo da síndrome da rotina, prepare-se para entrar num jogo que vai fazer você reviver todas as emoções de um trepidante começo de namoro!
Texto Sara Eckel / Foto Robert Whitman
Ufa, que delícia, os dois finalmente estão morando juntos, em um canto gostoso e aconchegante. Agora você está totalmente à vontade e não precisa se comportar como uma aluna exemplar em primeiro dia de aula. Ainda assim, sente falta de algo que existia nos primeiros meses de namoro. Enquanto dá a seu amado um beijo de boa noite, lembra-se dos agarros apaixonados dos velhos tempos.
Essa excitação pode ter desaparecido porque você acabou relaxando além da conta. Será que vai para a cama com creme espalhado nas espinhas? Usa e abusa do alho mesmo em um jantar romântico? Se a resposta for sim, é hora de trazer de volta o clima de descobertas e encantamento antes que o amor ceda sob o peso da rotina. Como? Simplesmente repetindo as mesmas coisas que fazia nos primeiros meses. Se os dois agirem como um casal em pleno início de caso, vão reviver as mesmas emoções.
É fácil explicar: como há uma conexão mental entre seus sentimentos e suas ações, quando você retoma atitudes do começo do namoro, a mente acompanha o processo e reage de acordo. Em outras palavras, se você se comporta de certa maneira, pode começar a pensar assim também. Prepare-se, portanto, para entrar no jogo.
Você não media esforços para vê-lo sempre
Desmarcar um encontro? Nem morta! Muitas vezes abrimos mão de momentos a dois porque não parecem mais tão preciosos. E o preço de colocar o relacionamento em segundo plano, em função de pequenos obstáculos, pode ser alto. Ao recusar um convite do marido para um almoço, Regina, 29 anos, nutricionista, percebeu que suas prioridades tinham mudado. “Antes, minha vida girava em torno do Felipe, agora eu o encaixo onde dá”, diz ela. Quando teve o estalo, adiou os compromissos, ligou de volta para o marido e foi almoçar com ele. Pequenos gestos como esse têm o poder de transformar uma relação. Primeiro, porque a gente tende a valorizar as coisas pelas quais batalha. Depois, porque é o empurrão inicial capaz de lançar vocês dois numa espiral de magia e prazer.
Você se vangloriava dele para todo mundo
Tudo o que ele fazia era o máximo e você queria que todos soubessem disso — dos colegas à gerente da butique. Mas, à medida que se acostumou com as qualidades dele, foi se esquecendo da maioria. Então, é hora de reavivar a memória. Débora, 24 anos, professora, chegou a essa mesma conclusão comentando sobre seu namorado de nove meses, Carlos, com colegas de universidade. “Enquanto estava falando, comecei a sentir orgulho dele. Me dei conta de como o via quando nos conhecemos.”
Às vezes, depois de um tempo juntos, é ele quem precisa ouvir os seus elogios. O namorado de Marta, Eduardo, andava deprimido. Ela, então, decidiu fazer uma lista das coisas que admirava nele. “Descrevi tudo, desde a paciência que tem com a minha avó até a preocupação de me levar sempre ao orgasmo. Acho que isso o ajudou a sair da crise, além de ter reforçado uma convicção minha: a de que fui e ainda sou apaixonada por ele.”
Você achava o sexo mais importante que tudo
Nina, 28 anos, arquiteta, lembra que ela e o namorado evitavam comer carne em restaurantes porque era pesado demais e podia atrapalhar a noite de amor. “Quando o garçom chegava sugerindo uma picanha, nós ríamos e recusávamos logo”, conta. Clara e Luís levaram essa idéia um passo adiante: “Fazíamos sexo primeiro e depois saíamos para comer”, diz ela. Agora, porém, depois de anos de convivência, todos eles se esqueceram desse comportamento — e estão sentindo a diferença. Por isso, se você quer aquele sexo incandescente de volta, dê espaço e prioridade a ele.
As vantagens da intimidade
Doze coisas deliciosas do amor de longa data:
1. Vocês sabem exatamente o que significam os olhares que trocam.
2. Ele sabe que você toma café com três gotas de adoçante.
3. Os amigos dele gostam de sair com você.
4. Quando você fica doente, ele leva chá com bolachas no quarto e deita na cama para ver um vídeo ao seu lado.
5. Você pode se debulhar em lágrimas, sem constrangimento, diante de um comercial de tevê.
6. Você não tem que explicar por que come chocolate com Coca-Cola zero.
7. O jeans favorito dele agora é seu.
8. Você não tem que pôr suas lentes de contato ou se maquiar de manhã, nos fins de semana.
9. Você pode ficar quieta quando andam de carro.
10. Ele é capaz de compreender por que seus pais ainda têm o poder de chateá-la.
11. Quando brigam por qualquer bobagem, não falam em rompimento.
12. Ele já conquistou você inteiramente.
Essa excitação pode ter desaparecido porque você acabou relaxando além da conta. Será que vai para a cama com creme espalhado nas espinhas? Usa e abusa do alho mesmo em um jantar romântico? Se a resposta for sim, é hora de trazer de volta o clima de descobertas e encantamento antes que o amor ceda sob o peso da rotina. Como? Simplesmente repetindo as mesmas coisas que fazia nos primeiros meses. Se os dois agirem como um casal em pleno início de caso, vão reviver as mesmas emoções.
É fácil explicar: como há uma conexão mental entre seus sentimentos e suas ações, quando você retoma atitudes do começo do namoro, a mente acompanha o processo e reage de acordo. Em outras palavras, se você se comporta de certa maneira, pode começar a pensar assim também. Prepare-se, portanto, para entrar no jogo.
Você não media esforços para vê-lo sempre
Desmarcar um encontro? Nem morta! Muitas vezes abrimos mão de momentos a dois porque não parecem mais tão preciosos. E o preço de colocar o relacionamento em segundo plano, em função de pequenos obstáculos, pode ser alto. Ao recusar um convite do marido para um almoço, Regina, 29 anos, nutricionista, percebeu que suas prioridades tinham mudado. “Antes, minha vida girava em torno do Felipe, agora eu o encaixo onde dá”, diz ela. Quando teve o estalo, adiou os compromissos, ligou de volta para o marido e foi almoçar com ele. Pequenos gestos como esse têm o poder de transformar uma relação. Primeiro, porque a gente tende a valorizar as coisas pelas quais batalha. Depois, porque é o empurrão inicial capaz de lançar vocês dois numa espiral de magia e prazer.
Você se vangloriava dele para todo mundo
Tudo o que ele fazia era o máximo e você queria que todos soubessem disso — dos colegas à gerente da butique. Mas, à medida que se acostumou com as qualidades dele, foi se esquecendo da maioria. Então, é hora de reavivar a memória. Débora, 24 anos, professora, chegou a essa mesma conclusão comentando sobre seu namorado de nove meses, Carlos, com colegas de universidade. “Enquanto estava falando, comecei a sentir orgulho dele. Me dei conta de como o via quando nos conhecemos.”
Às vezes, depois de um tempo juntos, é ele quem precisa ouvir os seus elogios. O namorado de Marta, Eduardo, andava deprimido. Ela, então, decidiu fazer uma lista das coisas que admirava nele. “Descrevi tudo, desde a paciência que tem com a minha avó até a preocupação de me levar sempre ao orgasmo. Acho que isso o ajudou a sair da crise, além de ter reforçado uma convicção minha: a de que fui e ainda sou apaixonada por ele.”
Você achava o sexo mais importante que tudo
Nina, 28 anos, arquiteta, lembra que ela e o namorado evitavam comer carne em restaurantes porque era pesado demais e podia atrapalhar a noite de amor. “Quando o garçom chegava sugerindo uma picanha, nós ríamos e recusávamos logo”, conta. Clara e Luís levaram essa idéia um passo adiante: “Fazíamos sexo primeiro e depois saíamos para comer”, diz ela. Agora, porém, depois de anos de convivência, todos eles se esqueceram desse comportamento — e estão sentindo a diferença. Por isso, se você quer aquele sexo incandescente de volta, dê espaço e prioridade a ele.
As vantagens da intimidade
Doze coisas deliciosas do amor de longa data:
1. Vocês sabem exatamente o que significam os olhares que trocam.
2. Ele sabe que você toma café com três gotas de adoçante.
3. Os amigos dele gostam de sair com você.
4. Quando você fica doente, ele leva chá com bolachas no quarto e deita na cama para ver um vídeo ao seu lado.
5. Você pode se debulhar em lágrimas, sem constrangimento, diante de um comercial de tevê.
6. Você não tem que explicar por que come chocolate com Coca-Cola zero.
7. O jeans favorito dele agora é seu.
8. Você não tem que pôr suas lentes de contato ou se maquiar de manhã, nos fins de semana.
9. Você pode ficar quieta quando andam de carro.
10. Ele é capaz de compreender por que seus pais ainda têm o poder de chateá-la.
11. Quando brigam por qualquer bobagem, não falam em rompimento.
12. Ele já conquistou você inteiramente.
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